Estresses abióticos em plantas são tema de livro da Editora UFV
Como lidar com as consequências da atual crise hídrica na produtividade das culturas agrícolas? De que modo temperaturas elevadas, solos com escassez ou excesso de substâncias e outros estresses podem ser mitigados? E quais as contribuições provenientes das mais recentes pesquisas em genética para solucionar esses problemas? Estas e outras circunstâncias que impactam desde a segurança alimentar até a solidez da economia brasileira são discutidas na recém-lançada 2ª edição revista e ampliada de “Melhoramento de Plantas para Estresses Abióticos”, da Editora UFV.
Editado pelos professores Aluizio Borém (UFV) e Roberto Fritsche-Neto (USP), o livro aborda variados tipos de estresses abióticos – condições menos favoráveis ao cultivo relacionadas ao ambiente onde está inserido. Em cada um de seus 16 capítulos, os autores – pesquisadores de diversas instituições no país – discutem um tópico. Tolerância e eficiência; estresse hídrico, salino e a altas temperaturas; deficiência de nitrogênio e fósforo; presença de alumínio e contaminações por metais pesados; além de outros variados melhoramentos de plantas são discutidos na obra.
Ao longo das 312 páginas, os pesquisadores trazem evidências científicas e referências a estudos nacionais e internacionais oriundos de publicações de alto impacto. Estratégias, métodos, planejamentos e seleções perpassam a obra, de modo a subsidiar atividades tanto no meio acadêmico quanto no setor produtivo. “O sucesso do melhoramento genético [...] possibilita antever que ele deverá continuar tendo preponderante papel na sustentabilidade da produção de alimentos, sobretudo para a obtenção de cultivares tolerantes aos estresses”, ponderam Fitsche-Neto e Borém, na introdução.
A obra está disponível para compra no site da Ediotra UFV.